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<title><![CDATA[Abacate Doce]]></title>
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<description><![CDATA[Insanidade, nerdice e filosofia de boteco. Com uma pitada de açúcar e limão.]]></description>
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<lastBuildDate>Thu, 29 Jul 2010 16:10:09 GMT</lastBuildDate>
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<title><![CDATA[Introspecção ]]></title>
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<description><![CDATA[Essa, se não me engano, é de 2002. Chama-se "Introspecção".<br /><br /><span style="font-weight: bold">Introspecção</span><br /><br />A chuva continua caindo.<br />Há um tipo estranho na porta<br />Capa preta, óculos escuro,<br />Guarda-chuva e um sorriso estranho.<br /><br />E eu continuo a pensar, acho que já decidi.<br /><br />Viver ou morrer não faz mais diferença,<br />Quando você está com aquela doença.<br />Após a tempestade, caminhando nos escombros,<br />Encontro-me caído em um canto<br />Estou a salvo, mas continuo morrendo.<br /><br />Quero ocupar minha mente com coisas que me façam parar de pensar besteiras,<br />Tirar aquelas clássicas conclusões de "tudo vai dar errado".<br />Largar o suicídio e o álcool.<br />Largar os preconceitos.<br />Largar o ódio.<br />Salvar o amor.<br />Amor....?<br /><br />Quero voltar a ser quem eu era,<br />Quero me encontrar na cidade destruída por mim,<br />Estou procurando meu eu perdido no infinito,<br />Em algum canto, entre o escombros que sobraram da tempestade emocional,<br />que arrasou as ruas sem nome.<br /><br />Estou eu, perdido, mas com a esperança de ser encontrado e salvo.<br />Por mim.<br />Ninguém pode ajudar,&nbsp; pois ninguém sabe como andar por essa cidade como eu.<br />Porém, meu maior problema continua sendo conhecer melhor essa cidade,<br />e assim, encontrar mais facilmente esse eu.<br /><br />Viver ou morrer não faz mais diferença,<br />Quando você está com aquela doença.<br />Após a tempestade, caminhando nos escombros,<br />Encontro-me caído em um canto<br />Estou a salvo, mas continuo morrendo.<br /><br />A um segundo mais próximo da morte,<br />Estou a salvo, mas continuo morrendo.<br />Há um ano longe de você,<br />Ainda lhe amo.<br />Mas continuo sonhando com amor que você não me deu.]]></description>
<author><![CDATA[Daniel Zhe]]></author>
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<pubDate>7/29/2010 11:10:09 PM</pubDate>
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<title><![CDATA[Matando as Pessoas]]></title>
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<description><![CDATA[Escrito em 2001, aos meus 17 anos.<br /><br /><span style="font-weight: bold">Matando as Pessoas</span><br /><br />Quando ando pelas ruas<br />eu observo as pessoas<br />Com suas máscaras de anjo<br />em suas redomas de vidro<br /><br />Elas escondem seus medos<br />suas fantasias e desejos<br />Vivem por aparências<br />Na sombra do status<br /><br />Seres humanos vazios<br />Preenchendo uma redoma de vidro<br />Colorindo-se com fantasias<br />Matando as pessoas<br /><br />A posição social<br />é uma falsa segurança<br />De que são alguém<br />de que merecem algum respeito<br /><br />Descendo o poço<br />Se afogando em mitos de beleza<br />Ninguém mais reforma seu coração<br />Ninguém se preocupa com sua essência<br /><br />Seres humanos vazios<br />Preenchendo uma redoma de vidro<br />Colorindo-se com fantasias<br />Matando as pessoas]]></description>
<author><![CDATA[Daniel Zhe]]></author>
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<pubDate>7/28/2010 11:28:23 PM</pubDate>
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<title><![CDATA[SCAM FAIL]]></title>
<link>/Post.aspx?id=249</link>
<description><![CDATA[E pior que ainda tem gente que cai nessas coisas.<br /><br />Tinha que dar uma coça de laço nesse bando de vagabundo que nem e-mail em HTML consegue mandar.<br /><br /><img alt="SCAM FAIL" src="/ViewImage.aspx?id=26" />]]></description>
<author><![CDATA[Daniel Zhe]]></author>
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<pubDate>7/27/2010 11:53:25 PM</pubDate>
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<title><![CDATA[Mano Menezes]]></title>
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<description><![CDATA[Melhor escola pra técnico.<br /><br />Quero ver a convocação. Espero não queimar "os dedos".]]></description>
<author><![CDATA[Daniel Zhe]]></author>
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<pubDate>7/26/2010 7:17:05 PM</pubDate>
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<title><![CDATA[Linux, Linux, Linux...]]></title>
<link>/Post.aspx?id=247</link>
<description><![CDATA[Eu tenho a impressão de que o pessoal do Linux se preocupa mais em entupir ele de recursos para parecer "mais completo" que o Windows, ao invés de se preocupar em fazer um sistema bom de <span style="text-decoration: underline">usar</span>.]]></description>
<author><![CDATA[Daniel Zhe]]></author>
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<pubDate>7/20/2010 12:32:49 AM</pubDate>
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<title><![CDATA[Quem usa combobox para opção de verdadeiro ou falso...]]></title>
<link>/Post.aspx?id=246</link>
<description><![CDATA[...deveria nunca mais chegar perto do desenvolvimento de uma interface.<br /><br />Humm... ok, deveria estudar um pouco sobre usabilidade e o místico e desconhecido <span style="font-style: italic">checkbox</span>.<br /><br />]]></description>
<author><![CDATA[Daniel Zhe]]></author>
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<pubDate>7/19/2010 12:33:15 PM</pubDate>
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<title><![CDATA[Divagação sobre origem da origem do Universo]]></title>
<link>/Post.aspx?id=245</link>
<description><![CDATA[Uma vez vi um mágico falando que as crianças conseguiam descobrir os truques de mágica com mais facilidade do que os adultos, devido à complexidade do nosso pensamento.<br /><br />Ontem, assistindo o quarto episódio de <a href="http://science.discovery.com/tv/through-the-wormhole/" target="_blank">Through The Wormhole</a>, vi as principais teorias sobre o que existiria <span style="text-decoration: underline">antes</span>&nbsp; do <span style="font-style: italic">big-bang</span>. Nem ouso divagar sobre elas ainda, preciso compreendê-las melhor. <br /><br />O que me fez pensar, por outro lado, foi a questão: e se tudo for mais simples? Prontamente veio-me à cabeça a física quântica, onde nada é tão simples. Quanto mais sabemos, mais vemos que não sabemos e mais complexa tornam-se as explicações. A física quântica é o bizarro da "nossa física".<br /><br />Mas e se, de fato, for algo simplesmente.... simples? A matéria escura, a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Antimatéria" target="_blank">anti-matéria</a>, poderia ser a explicação simples para tudo? O ponto de conexão entre o "nosso mundo" e o mundo quântico?]]></description>
<author><![CDATA[Daniel Zhe]]></author>
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<pubDate>7/18/2010 2:19:23 PM</pubDate>
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<title><![CDATA[E 7 anos depois...]]></title>
<link>/Post.aspx?id=244</link>
<description><![CDATA[Número de créditos do curso: <span style="font-weight: bold">222</span><br />Número de créditos cursados: <span style="font-weight: bold">218</span><br />Número de horas-aula cursadas: 3270<br /><br />Falta só o TCC.]]></description>
<author><![CDATA[Daniel Zhe]]></author>
<comments>/Post.aspx?id=244</comments>
<pubDate>7/15/2010 12:32:16 PM</pubDate>
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<title><![CDATA[Pequena verdade sobre o trabalho]]></title>
<link>/Post.aspx?id=243</link>
<description><![CDATA[<div style="text-align: center"><img alt="" src="/ViewImage.aspx?id=25" /><br /></div><br /><span style="font-style: italic">Fonte: </span><a href="www.malvados.com.br" target="_blank" style="font-style: italic">www.malvados.com.br</a>]]></description>
<author><![CDATA[Daniel Zhe]]></author>
<comments>/Post.aspx?id=243</comments>
<pubDate>7/14/2010 1:30:09 PM</pubDate>
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<title><![CDATA[Nostalgia e auto-censura]]></title>
<link>/Post.aspx?id=242</link>
<description><![CDATA[Um sentimento de nostalgia me contaminou. Lembro-me de minha 
adolescência, quando a Internet ainda era um ambiente de texto, de 
conteúdo, de ideias.<br />
Não se conhecia pessoas por Orkut. Não se via fotos. Sua arma de 
interação social era apenas o texto. Não havia <span style="font-style: italic">webcam </span>e se quer era 
deslumbrada a possibilidade de uma câmera digital. Uma pessoa ou outra 
tinha foto no computador, escaneada por algum amigo com melhores 
condições financeiras.<br />
<br />
Era uma época mais romântica. Durante muito tempo mantive um blog e 
conversei com pessoas sem fazer a menor ideia de como elas eram.<br />
<br />
Nostálgica é a sensação de conforto ao expôr qualquer ideia na Internet 
sem tê-la associada à sua pessoa real, sem correr riscos. Não seria um 
problema a opinião em si, mas a Internet está cheia de malucos, pessoas emocionalmente 
instáveis e um espaço gigantesco para a fantasia e superestimação.<br /><br />Aquela foto, estática, aquela legenda, aquele texto, aquelas 
comunidades, passam uma sensação e criam imagem para fantasiar, às vezes
 até causando falhas de interpretação. Relações interpessoais têm esse 
problema, mesmo através das formas clássicas, onde o espaço 
para fantasiar é menor, quem dirá relações onde há uma imensa lacuna entre "real" e "o que demonstro ser".<br /><br />Sinto saudades daquele tempo, onde ao menos as ideias eram livres.]]></description>
<author><![CDATA[Daniel Zhe]]></author>
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<pubDate>7/13/2010 5:49:35 PM</pubDate>
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<title><![CDATA[Antipsiquiatria]]></title>
<link>/Post.aspx?id=241</link>
<description><![CDATA["Críticos da psiquiatria geralmente não contestam a noção de que algumas pessoas têm problemas emocionais ou psicológicos, ou que algumas psicoterapias não funcionam para um determinado problema. Eles costumam discordar da psiquiatria sobre a origem desses problemas, sobre a adequação de caracterizar esses problemas como doenças&nbsp; e sobre quais as opções de lidar com eles. Por exemplo, uma preocupação primordial da antipsiquiatria é que o grau de aderência ao padrão comum de um indivíduo, ou à maioria, pode ser utilizado para determinar o nível de saúde mental da pessoa.<br /><br />Usando essa lógica, alegam que, <span style="text-decoration: underline">em um nível de violência comunal como um apedrejamento público, uma pessoa que se abstém da violência poderia ser diagnosticada como doente mental e deveria, portanto, ser tratada</span>. Além disso, se o desacordo com a maioria de uma sociedade constitui ilusão, qualquer pessoa cujas declarações são consideradas pela maioria como incorretas será uma pessoa delusional, <span style="text-decoration: underline">independentemente da real justeza das suas ideias</span>, ou, dizendo de outro modo, os critérios pelos quais uma crença é considerada uma ilusão devem necessariamente flutuar com a opinião da maioria.<br /><br /><div style="text-align: left">Sob essa definição, os críticos da psiquiatria argumentam que os proponentes do heliocentrismo, como Galileu, teriam sido justamente caracterizados como delusionais, pois suas ideias foram amplamente tidas como incorretas quando foram inicialmente formuladas. E é só porque a maioria apoia atualmente um modelo heliocêntrico do sistema solar que uma crença oposta poderá agora ser considerada um "engano"." - Fonte: <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Antipsiquiatria" target="_blank">http://pt.wikipedia.org/wiki/Antipsiquiatria</a><br /><br />"<span style="font-weight: bold">(...)em um nível de violência 
comunal como um apedrejamento público, uma pessoa que se abstém da 
violência poderia ser diagnosticada como doente mental e deveria, 
portanto, ser tratada."</span><br /></div>]]></description>
<author><![CDATA[Daniel Zhe]]></author>
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<pubDate>7/9/2010 2:48:17 PM</pubDate>
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<title><![CDATA[Lógica fail?]]></title>
<link>/Post.aspx?id=240</link>
<description><![CDATA[Quando migrei o site, pensei em hospedar em um servidor onde já havia hospedado outra vez a versão em Java. A assinatura era barata, cerca de R$ 14,00 mensais, sendo os três primeiros meses grátis.<br /><br />Porém esse servidor não suportava SQL Server 2008, somente 2000 e 2005 sob solicitação. Achei mais fácil mudar pra outro, pois precisaria fazer umas modificações no meu código para funcionar com o 2005.<br /><br />Passaram os três meses e recebi uma cobrança desse servidor. Pedi para cancelarem. Eles disseram que eu só podia cancelar indo na central do assinante e cancelando por lá. Liguei o foda-se e deixei rolar, pois não quero mais o serviço, só usei os 3 meses grátis e eles que bloqueiem.<br /><br />Após vários avisos que meu plano seria bloqueado e eu pedindo para bloquear, hoje, enfim, recebi um e-mail notificando o bloqueio.<br />]]></description>
<author><![CDATA[Daniel Zhe]]></author>
<comments>/Post.aspx?id=240</comments>
<pubDate>6/30/2010 12:34:37 PM</pubDate>
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<title><![CDATA[Pega na minha e balança]]></title>
<link>/Post.aspx?id=239</link>
<description><![CDATA[Não entendo a necessidade que as pessoas têm de apertarem as mãos de terceiros diariamente. Não que seja algo trabalhoso ou desagradável, mas chega um ponto que fica ridículo.<br /><br />Se você chega em um 
ambiente e há 4, 5 pessoas, até é possível cumprimentar uma por uma. Mas
 imagine uma sala com 30, 40, 100 pessoas.<br />
<br /><span style="font-style: italic">
"Ah, mas aí eu cumprimento as mais próximas e dou um "oi geral" para as 
outras".</span><br />
<br />
Legal, mas a partir de que momento "umas pessoas" tornam-se "muitas"? <br />
<br />
<span style="font-style: italic">"Bom-dia, bom-dia, bom-dia, bom-dia (...), bom dia... desculpe, você é a trigésima sexta, só cumprimento 35."<br /><br /></span>E depois eu que sou louco...<span style="font-style: italic"><br /></span>]]></description>
<author><![CDATA[Daniel Zhe]]></author>
<comments>/Post.aspx?id=239</comments>
<pubDate>6/16/2010 12:36:13 PM</pubDate>
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</item>
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<title><![CDATA[Paranoia]]></title>
<link>/Post.aspx?id=238</link>
<description><![CDATA[Ok, eu tenho um problema.<br /><br />No momento em que assumi minha paranoia, instantaneamente ela me disse: "Ah! agora todos vão te achar errado e passarão a te odiar. Sua namorada terminará, seus amigos te ignorarão, teu chefe te mandará embora e todos irão rir."<br /><br />Mas não faz sentido. A paranoia contra-argumenta mostrando algum detalhe insano que "prova" que ela "está certa".<br /><br />Engraçado, sempre me achei paranoico, mas nunca parei pra olhar o tamanho disso.]]></description>
<author><![CDATA[Daniel Zhe]]></author>
<comments>/Post.aspx?id=238</comments>
<pubDate>6/9/2010 1:13:16 PM</pubDate>
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</item>
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<title><![CDATA[Disturbio Paranóide de Personalidade]]></title>
<link>/Post.aspx?id=237</link>
<description><![CDATA[Segue abaixo um texto retirado do site Psiquiatria Geral, o qual eu terrivelmente me identifiquei. Inclusive escolheram alguém com a mesma profissão.<br /><br />Destacado, os trechos que mais... mais... vocês vão entender. =D<br /><br /><span style="font-style: italic">"</span>Oswaldo trabalhava em um grande escritório como <span style="text-decoration: underline">programador de computação</span>. Quando outro programador foi promovido, Oswaldo achou que seu supervisor tinha raiva dele e que jamais reconheceria seu valor. Estava certo de estar sendo sutilmente menosprezado pelos colegas.<br />Muitas vezes nos intervalos para o cafezinho, <span style="text-decoration: underline">observando-os em pequenos grupos, imaginava que estivessem falando dele. Se visse um grupo de pessoas rindo, pensava que estivessem rindo dele</span>. Passava tanto tempo remoendo tais idéias, que seu rendimento no trabalho caiu a ponto de seu supervisor alertá-lo de que precisaria melhorar seu desempenho para não receber uma avaliação insatisfatória. Esta atitude reforçou as suspeitas de Oswaldo, que decidiu procurar emprego em outra grande empresa. Após algumas semanas em seu novo serviço, começou a achar que os colegas de escritório não gostavam dele, excluindo-o de conversas, ridicularizando-o pelas costas e denegrindo seu trabalho. Oswaldo mudou de emprego seis vezes nos últimos sete anos. Ele sofre de distúrbio paranóide de personalidade. <br /><br />Algumas pessoas tornam-se desconfiadas sem motivo, em tal grau que seus pensamentos paranóides destroem sua vida profissional e familiar. Diz-se que tais pessoas têm distúrbio paranóide de personalidade. Elas são:<br /><br />Desconfiadas<br /><br />A desconfiança permanente é um sinal inconfundível de paranóia. Pessoas com distúrbio paranóide de personalidade estão constantemente em guarda, por enxergarem o mundo como um lugar ameaçador. <span style="text-decoration: underline">Tendem a confirmar suas expectativas, agarrando-se a mínimas evidências que confirmem suas suspeitas, e ignoram ou distorcem qualquer prova em contrário</span>. Estão sempre alertas, procurando sinais de alguma ameaça. <br /><br />Qualquer pessoa em uma situação nova — nos primeiros dias em um emprego ou iniciando um relacionamento, por exemplo — é cautelosa e de certa forma reservada, até sentir que seus temores são infundados. Pessoas com paranóia não conseguem abandonar seus temores. <span style="text-decoration: underline">Continuam a esperar por armadilhas e duvidam da lealdade dos outros</span>. No relacionamento pessoal ou no casamento, essa desconfiança pode apresentar-se sob a forma de ciúme patológico e infundado.<br /><br />Hipersensíveis <br /><br />Por estarem excessivamente alertas, as pessoas com distúrbio paranóide de personalidade <span style="text-decoration: underline">percebem qualquer minúcia e podem ofender-se sem motivo</span>. Em conseqüência, tendem a ser excessivamente defensivas e hostis. Quando cometem algum erro, não reconhecem a culpa, nem aceitam a mais leve crítica. <span style="font-weight: bold; text-decoration: underline">Entretanto, são extremamente criticas em relação aos outros</span>. Pode-se dizer que tais pessoas fazem “tempestade em copo d’água”.&nbsp; <br /><br />Frias e Distantes<br /><br />Além de serem polemistas e irredutíveis, as pessoas com distúrbio paranóide de personalidade têm dificuldade de manter vínculos afetivos. Parecem frias e evitam relacionamentos interpessoais.<span style="text-decoration: underline"> Orgulham-se de serem racionais e objetivas. Pessoas com uma perspectiva paranóide em relação à vida raramente procuram auxílio médico - não faz parte de sua natureza pedir ajuda</span>.<br />Profissionalmente podem atuar com competência. <span style="text-decoration: underline">Pode procurar redutos sociais onde o estilo moralista e punitivo seja aceitável ou, até certo ponto, tolerável</span>.<span style="font-style: italic">"</span><br /><br />Fonte: <a href="http://www.psiquiatriageral.com.br/tema/paranoia.htm" target="_blank">http://www.psiquiatriageral.com.br/tema/paranoia.htm</a>]]></description>
<author><![CDATA[Daniel Zhe]]></author>
<comments>/Post.aspx?id=237</comments>
<pubDate>6/9/2010 1:05:16 PM</pubDate>
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